ADRIANA
RUSSO
CPR: 06/85257
Psicóloga desde 2006, já percorri diversos caminhos de atuação dentro da profissão, porém a prática clinica sempre esteve presente como atividade altamente recompensadora. Muita curiosidade e interesse em diferentes perspectivas e histórias de vida fazem com que eu veja cada relação humana (inclusive aquela entre psicoterapeuta e paciente) como uma potencial fonte de aprendizados mútuos. Há tantas formas de viver a vida quanto há seres humanos no mundo, e me interessa contribuir para que cada pessoa conheça seus próprios desejos e sinta-se encorajada a viver de acordo com eles.
Cada mergulho na mente e na alma de uma pessoa pode ser o caminho para descobertas e experiências encantadoras, criando novas possibilidades de relações, sentimentos, pensamentos e emoções.


PARA QUEM?
Todos! Até não muito tempo atrás, era costume acreditar que “psicólogo é coisa de louco”, ou algum outro conceito que determinava a psicoterapia para apenas um público. Hoje sabemos que não é bem assim.
Todos nós, de uma forma ou outra, enfrentamos uma série de desafios e questões que acabam afetando nosso dia a dia. Por vezes as coisas ficam muito pesadas, e é difícil lutar todas as batalhas sozinho(a).
Como?
As sessões têm frequência semanal (uma ou mais vezes por semana, a combinar), e duração de 50 minutos, no consultório localizado na Zona Sul de São Paulo, Vila Mariana, próximo ao metrô Santa Cruz.
Há a possibilidade de atendimento online (dependendo da localização geográfica do paciente), e também de atendimento a estrangeiros, em inglês. O valor das sessões será combinado no primeiro encontro.

Marque seu horário, vamos nos conhecer e entender juntos seu momento de vida!
BLOG
Por que uma crítica pode machucar tanto?
É seguro afirmar que a maioria das pessoas não gosta de receber críticas. O que muda de pessoa para pessoa é a forma com que cada uma reage à elas. Uma observação feita durante uma reunião pode reverberar por horas, ou uma frase dita por alguém próximo pode ser repassada mentalmente inúmeras vezes. Pode surgir irritação, vergonha, vontade de se explicar, ou uma sensação incômoda de ter sido atingido em um ponto difícil de localizar. A intensidade da reação nem sempre parece proporcional ao que foi dito. Isso acontece porque a crítica chega a um terreno que já tem história. […]Criar, brincar, viver
Sabe quando você faz um monte de coisas, executa tarefas, cumpre prazos, organiza tudo, resolve problemas, mantém a produtividade lá em cima… e ainda assim termina o dia com a sensação que esteve pouco presente naquilo tudo? Winnicott oferece uma ideia interessante para pensar esse fenômeno. Para ele, a criatividade não se restringe à produção artística ou à capacidade de inventar algo original. Ela diz respeito a uma maneira de experimentar a própria existência, na qual aquilo que fazemos conserva alguma ligação com nossos gestos espontâneos, nossos interesses e nossos desejos. É nesse sentido que o brincar ocupa um lugar […]


