Psicologia, com amor Ultimamente, em diferentes ambientes e contextos, tenho me deparado com conversas sobre o amor e a dedicação à profissão Psicologia, no que diz respeito à prática clínica. Experiências trocadas por colegas em discussões de caso, relatos de grandes teóricos e exemplos práticos que vemos na clínica a cada semana são amostras da relevância que tem o amor quando se fala de um encontro terapêutico. Acredito que muitas coisas além do “fala que eu te escuto” acontecem em uma sessão de psicoterapia, e mais ainda em um acompanhamento psicoterapêutico regular. Sentir-se escutado é realmente muito bom, mas sentir-se […]